Conhecendo a inclusão
Conhecendo a inclusão o terceiro projeto em forma de contação de história de autoria da autora A vida de um Especial. A história conhecendo a inclusão se passa no ano de 1996 onde esta não era muito vista e nem falada, principalmente na cidade de Felipe Guerra, uma cidadezinha pequena no interior.
Felipe Guerra, uma cidadezinha
pequena de poucos habitantes, no interior do RN, em que as pessoas com
deficiência eram pouco vista no meio da sociedade, e quando eram vistos eram
jugados pelas pessoas, principalmente pelos adultos. Era nessa cidadezinha em
que Rebeca, uma menina cadeirante moraria desde de pequena com sua mãe, por
conta da deficiência Dona Paula tinha medo de colocar a garotinha na escola
temendo a reação das outras crianças.
Paula e Rebeca, sempre morou em
um bairro central perto da família, um bairro que tinha de tudo um pouco
escolas, supermercado e posto de saúde, o que facilitava muito a vida de Paula,
já que a mesma não tinha transporte, inclusive tinha uma escola que aparentava
ser muito boa, a escola dos sonhos, uma instituição que haveria aberto a pouco
tempo, mais muito falada no bairro por conter uma equipe pedagógica excelente.
Ao
Rebeca completar oito anos, Paula mesmo com medo dos preconceito que a filha
iria sofrer por conta de sua deficiência, mais infelizmente tinha chegado a
hora de começar a frequentar uma escola assim como todas as crianças, foi escola
dos sonhos, uma instituição pequena, muito falada pelo bairro, onde todos os
seus sobrinhos estudavam lá, então, Paula decidiu ir conhecer.
Foi ai em que Paula pode conhecer a equipe escola dos sonhos, uma escola de uma equipe excelente, porém, no primeiro momento a escola pode rejeitar Rebeca, pedindo a sua mãe que durante aquele respectivo ano ela pudesse continuar ensinando a menina em casa, mais com um único objetivo, para que durante a escola pudesse passar o ano todo trabalhando com os seus alunos a importância da inclusão, especificamente na sala do terceiro ano a que futuramente iria ser a sala da menina.
Por alguns segundos Paula pode sair da escola dos sonhos muito desmotivada,
pois tudo o que queria era que sua filha apesar de sua deficiência levasse uma
vida normal assim como todas as crianças, mais pensando pelo outro lado a
escolar teria razão, Rebeca era uma criança com deficiência, e infelizmente a
inclusão naquela época não era muito vista, existiam preconceito pela parte dos
adultos, e imaginem nas crianças? Onde tudo que é dito pelos pais para as
crianças é lei.
Olhando pelo outro lado equipe pedagógica
teria razão, eles apenas estavam se preocupando com o bem estar da menina, não
queria que a mesma sofresse preconceitos nem maltrato vindo das outras
crianças, nem mesmo desmanchando a ideia de que algum dia Paula haveria montado
na cabecinha de Rebeca sobre o que seria um ambiente escolar.
Com certeza, os pais, ainda quando os seus filhos são pequenos antes
mesmo que eles possam iniciar a sua vida escolar eles tem o papel de repassar a
ideia para criança sobre o que seria um ambiente escolar? Será se eles irão
gostar? Como será a etapa daquela nova
vida que ela irá iniciar? Será se eles irão gostar? Repassando sempre para
criança que o mundo escolar é um mundo encantado fazendo com que a mesma se
sinta motivada a iniciar a sua vida escolar.
Rebeca uma menina com
deficiência fisíca que nasceu no ano de 1989, um periodo em que a inclusão não
era muito vista, e o preconceito existia por conta das outras crianças, talvez
quem sabe não fosse nem por conta das outras crianças, e sim, pelos pais, pois
na época de seus pais as pessoas que nasciam com dêficiencia eram coondernados
a morte, ou até mesmo ao fundo de uma rede, estudar juntamente com as outras
crianças, até poderiam, mais isso era sinônimo de medo, não para as crianças, e
sim, para os pais atipicos que teriam medo das outras crianças desprezarem os
seus filhos só porque teria deficiência.
Com o passar dos anos, Rebeca foi crescendo, e mesmo
com toda a sua limitação se demonstrava muito inteligente, tudo o que ensinava
aprendia com muita facilidade, Paula, a sua mãe, aproveitava a habilidade da
filha tinha e ensinava em casa, porém iria chegar um momento em que ela não
iria dar conta de todo o conteúdo e precisaria encarar o medo de por Rebeca em
uma escola, mais o que confortava o seu coração era que isso só aconteceria em um futuro bem distante,
quem sabe daqui a uns cinco ou seis anos, e quem sabe daqui para lá a inclusão
não fosse mais reconhecida e as crianças com deficiência não fosse mais aceita?
É... pensamos que daqui a cinco ou dez anos se passam
devagar, que a realidade poderia ser outra, que as crianças com deficiência não
fosse mais vistas pela sociedade como pessoas estranhas, mais felizmente,
Paula, se enganou, os anos se passavam, Rebeca cresceu, chegou a hora da menina
iniciar a sua vida escolar e com toda a habilidade que demostrava em aprender,
com certeza, haveria um belo futuro pela frente, o que faltava mesmo era a sua
mãe encarar o medo de te coloca-la na escola.
Os anos se passavam de presa, consequentimente Rebeca iria ficando mais velha, e por mais que o tempo tenha passado felizmente a inclusão não era bem vista na cidade, Paula não lembraria de ter ouvindo nenhum relato de pais atípicos que havia colocado os seus filhos na escola. Mais mesmo com medo, Paula teria que enfrentar e coloca-la a filha para dar inicio a sua vida escolar.
1996, mais um ano se aproximava, naquele ano Rebeca
completaria 08 anos de idade, e nada de Paula decidir a sua vida escolar, mais
não era por falta de interesse, e sim, por medo, já que naquela época a
inclusão não era bem aceita, ainda mais em uma cidadezinha como Felipe Guerra
que a inclusão não era muito vista, Por mais que Paula conhecesse outras mães
atipicas a que viajaria todos os dias para Mossoró em busca dos tratamentos dos
seus filhos (a) mais nenhum deles seria igual a Rebeca.
Foi ai que Paula pode se lembrar da escola dos sonhos, uma instituição pequena, que ficava próximo a sua casa, que era muito falada pelo bairro, por ter uma equipe pedagógica muito dedicada e acolhedora, fazendo o possível para adaptação da criança, com certeza a sua filha iria se dar muito bem nesse novo ambiente Então Paula decidiu ir lá conhece-la e quem sabe já matricular a sua filha. Ao chegar na instituição Paula, como já esperava foi bem recebida por todos, chamando a diretora para uma conversa, ao entrar na sala da diretora Paula foi logo falando:
- Oi, prazer, o
meu nome é Paula
A diretora
abriu um enorme sorriso e respondeu:
- Oi, Paula,
prazer, o meu nome é Larissa, em que posso ajudar?
E então Paula
começou a falar
- Ouço muito a
falar da sua escola, que vocês tem uma
equipe excelente muito acolhedora e dedicada com os seus alunos, e eu tenho uma filha cadeirante, apesar de
sua deficiência ela é muito inteligente, aprende as coisas com muita
facilidade, e como ouço muito falar dessa escola, queria muito poder
matriculá-la em sua instituição.
- Quantos anos
ela tem? Pergunta a diretora
- Tem sete, irá
fazer oito
- Ela vem de
qual instituição?
- Não, até o
momento não coloquei ela em nenhuma escola, justamente, porque ela é
cadeirante e eu tenho medo das reações das outras crianças, de como irão
receber, que como você sabe a inclusão não é muito vista aqui na cidade, mais
desde dos dois anos de idade que eu ensino a ela em casa
- E porque você
só neste ano pensou em procurar uma escola para ela? Perguntou educadamente a
diretora.
Explicou Paula:
- Bom,
primeiramente, como você sabe moramos em uma cidade pequena, nas ruas quando
estou passeando com Rebeca em sua cadeira de rodas, percebo muito o olhar dos
adultos julgando a minha filha. Imagine o olhar de uma criança que ainda não
conhecem o que é deficiência? Tenho medo de que ela venha a sofrer preconceito
na escola e com isso se desiluda com a imagem que sempre venho repassando para
ela do que é uma escola. Rebeca, apesar de suas limitações, é muito
interessada, aprende com muita facilidade, e eu não queria desperdiçar isso da
minha filha, mais a cada ano que passa os conteúdos irão se estendendo e sei
que vai chegar um momento que não vou poder mais ajudar a minha filha, pensei
em um professor particular, mais queria que ela convivesse com as outras
crianças.
Larissa, a diretora da escola,
pode compreender o lado de Paula entendendo exatamente o que ela queria dizer,
a cidadezinha pequena em que elas moravam eram realmente muito pequena cm
numero reduzido de habitantes, e a inclusão não era muito vista, com certeza,
havia riscos sim de Rebeca sofrer preconceitos das outras crianças, mais por
outro lado Larissa queria preservar a imagem de sua escola, sem que
prejudicasse os pais dos outros alunos. Então continuou aquela conversa
amigável com Paula.
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- Sim, Claro
- Agente não
queria perder Rebeca, nem queremos que ela se sinta desprezada pelas outras
crianças que com certeza isso irá prejudicar muito a sua aprendizagem e ela
pode desmanchar a ideia que um dia você construiu sobre o que é escola,
concorda comigo?
- Sim
- Então
Paula, queria te pedir para que durante esse ano letivo, você ainda possa
continuar ensinando Rebeca em casa, enquanto isso, a gente possa está aplicando
um projeto sobre a inclusão em toda escola e principalmente na futura sala que
ela venha a estudar com o objetivo de que no ano que vem os amiguinhos dela possa
estar mais acostumado com uma criança com deficiência e não excluírem nem
maltratarem Rebeca, pode ser?
- Combinado,
responde Paula.
Por mais que, ainda não fosse
aquele ano que a sua filha fosse iniciar a sua vida escolar assim como haveria
previsto, Paula pode sair de lá cheia de esperança sabendo que no ano seguinte
Rebeca iniciaria a sua vida escolar assim como toda criança.
A diretora da
escola, ficou muito empolgada com a visita de Paula, como sua escola já era
falada na cidade, Larissa só pensava em ampliar o seu trabalho trazendo
conhecimento para a sua equipe de professores, e a sua escola sendo a primeira
escola em que iria trabalhar com a inclusão na cidade preservando a imagem da
instituição e quem sabe no futuro aquela nova escola não se tornaria uma
referência na cidade?
Larissa, saberia muito bem que
teria uma equipe excelente que seria capaz de desenvolver todo aquele trabalho
e repassar o conhecimento para as crianças.
- O que é
inclusão?
- Qual a
importância de se incluir um aluno com Deficiência?
Inclusão, para muitos um assunto difícil de compreender, mais Larissa mantinha sempre uma opinião de que não existe idade fixa para aprender certas coisas, quanto menor for a criança, será mais fácil o aprendizado, lógico que a mesma explicação de uma criança você não irá utilizar com um adulto, pode ser até o mesmo assunto mais a explicação precisa ser diferente de uma forma mais educativa para que a criança tenha mais capacidade em absorver o conteúdo. Durante uma pesquisa na internet, Larissa pode encontrar o determinado site avidadeumespecial.blogspot.com onde falava sobre relatos de uma menina com deficiência na Cidade de Mossoró – RN, onde para a autora do site a sua deficiência não influía em nada em sua vida, teve a oportunidade de estudar e foi muito bem recebida nas instituições por onde passou, hoje, mesmo com suas limitações ela se tornou uma adulta com independência. E pensou “Esse seria o site ideal para trabalhar com os professores”, pois segundo a ela que a deficiência era vista como apenas um detalhe em sua vida e esse simples detalhe não influía em nada em sua vida, ela só teria apenas algumas limitações, mais nada impediria de seguir em frente. Era exatamente essa mensagem em que a pedagógica repassasse para as crianças, que todas as pessoas são iguais, que podem brincar e podem aprender assim como elas a única diferença era que a sua nova amiguinha teria alguma limitação.
Conhecendo a
inclusão e a sua importância, esse foi o tema da primeira reunião do ano de
1996, como base Larissa pode iniciar a reunião apresentando para a sua equipe o
site avidadeumespecial.blogspot.com que ela teria acabado de conhecer,
relatando para a equipe que a escritora do site era uma menina com deficiência vítima
de PC – Paralisia cerebral e que apesar de suas limitações ela sempre levava
uma vida normal, hoje ela tem 29 anos e é uma adulta com independência.
Explicando para a sua equipe o motivo de está apresentando esse site durante a reunião e relatando para eles que pelo menos uma vez por semana queria que os professores trabalhassem esse tema com os seus alunos especificamente na sala do terceiro ano que seria a futura sala de Rebeca que ela sugeriu que abordasse esse tema um dia e outro não. Então, um professor interrompeu a fala da diretora e perguntou:
- Mais as nossas crianças não são muito pequenas para compreender o
que é a inclusão?
- sim, mais
quanto menor for a criança terá a chance de aprender o temo “inclusão” melhor
mais rápido ela irá aprender a lhe dar e respeitar as diferenças, irá
compreender que mesmo se um colega esteja em uma cadeira de rodas ou não, não
faz nenhuma diferença.
Então o mesmo
pode interromper a fala de Larissa e perguntou:
- Mais,
existe, algum motivo especifico para a gente está trabalhando sobre a importância
da inclusão no dia – a – dia com as outras crianças?
- Sim, neste
ano a escola iria receber uma aluna cadeirante, o nome dela é Rebeca ela tem
oito anos de idade, a mãe relatou que a menina sempre estudou em casa a partir
dos dois anos de idade, segundo a mãe, apesar de sua deficiência a menina
demonstrar ser muito inteligente e com certeza irá ter um belo futuro pela
frente, mais infelizmente, ela como a sua mãe tem medo de coloca-la a menina na
escola por conta do maltrato ou do isolamento das outras crianças, e por conta
disso a menina acabasse desconstruído a imagem escolar que a mãe sempre haveria
mostrado para ela. Então pude concordar com a mãe e pedir a ela que durante
esse ano continue ensinando a menina em casa para que a gente pudesse preparar
os nossos alunos para recebe-la
- Ah entendi
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- Larissa, olha ai o texto em que encontrei, um texto perfeito para começar o ano com os nossos alunos, “o poder que uma cadeira de rodas tem” fala sobre um baillet inclusivo que a autora teve a sua segunda participação.
Então um dos professores perguntou admirado:
- Baillet
inclusivo? Como funciona?
Larissa pode interromper antes
que Cintia pudesse responder aquele professor falando com muita empolgação
- Está vendo
é esse tipo de curiosidade que devemos repassar para os nossos alunos, passando
para eles o ensinamento de que não devemos julgar uma pessoa só porque tem
deficiência, essas pessoas são capazes de tudo, de aprender, de participar das
brincadeiras do jeito que eles podem, enfim, que a deficiência não é motivo de
isolamento, afinal, isolar para quê? Assim como em alguns momentos quando
Rebeca vir a ser nossa aluna em algumas ocasiões precisamos adaptar certas
coisas para poder inclui-la e tenho certeza que as nossas crianças são capazes
de usarem a sua imaginação para adaptar suas brincadeiras só para poder
incluir- lá.
E iniciasse mais um ano letivo
na escola dos sonhos, Cinthia assim como Larissa haveria pedido em seu primeiro
dia de aula já foi trabalhando sobre o que era deficiência com os seus alunos,
e foi iniciando a aula com a seguinte pergunta:
- Hoje iremos
falar sobre o dia três de dezembro, vocês sabem a importância dessa data?
E então uma
determinada aluna questionou
- Mais tia,
agora que estamos em fevereiro, e você já estar falando sobre o dia três de
dezembro?
- Eu sei, é
porque é importante. Dia três de dezembro dia internacional da pessoa com
deficiência, vocês já viram uma pessoa com deficiência? Cinthia pergunta para a
turma:
- KKK, como a
gente vamos ver, se a minha mãe disse que essas pessoas não saem de casa, elas
nascem para serem eternos bebês.
A professora
surpreendeu a aluna e explicou:
- Nada disso,
as pessoas com deficiência podem sair de casa sim, ter o privilégio de estudar
e levar a sua vida normal, tem deles que andam, já os que não andam usam a
cadeira de rodas para se locomoverem.
- Tia, mais o
uso de uma cadeira de roda não torna mais difícil a vida dessas pessoas? Pois a
cadeira de rodas sempre precisa do outro para empurrar. Pergunta a aluna,
afirmando sua resposta.
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Então uma das
alunas perguntou um pouco confusa
- Com a
gente? Como uma cadeirante é capaz de brincar com a gente, se elas nem andam e
muito menos corre?
A professora
respondeu:
- Sim, com
vocês, vocês podem usar a criatividade de vocês reinventando a brincadeira para
que a mesma se sinta incluída.
- Como assim tia?
Aproveitando
aquela empolgação e interação das crianças ao receptivo assunto, Cinthia falou
sobre as brincadeiras durante a aula, como elas poderiam brincar com um alguém
em uma cadeira de rodas? Será se existe algum jeito de incluir a minha futura
colega que é cadeirante? Cinthia como uma boa professora, ao invés de usar o
termo “adapta”, usou um termo mais fácil para compreensão das crianças e também
para chamar a atenção delas deixando elas mais incentivadas usando o termo
“Pensando em uma nova forma de brincar”.
- Tia, e um aluno
com deficiência pode brincar igual as outras crianças? Perguntou Erica, uma
aluna
- Sim, pode e deve, um aluno com deficiência pode participar de todas as brincadeiras com vocês, é só pensamos em uma nova maneira de brincar, como por exemplo, eles podem explica a professora:·
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Pular corda: Enquanto os seus amigos pulam corda
o cadeirante pode
apenas bombear a corda junto com o seu outro coleguinha, apenas pelo fato dele
estar participando daquela brincadeira junto com os outros.
·
Boliche: o jogo do boliche é uma brincadeira legal de fácil acesso tanto para pessoas com deficiência como para as pessoas sem deficiência
·
Esconde – Esconde ou pega – pega: Sabemos que tanto o esconde
esconde ou o pega – pega mais conhecido como tica é uma brincadeira de correr, mais nem por isso aquela criança que
possui a deficiência ela precisa ficar excluída, não, as crianças elas tem o coração
bom, e sentem alegria de ajudarem a coleguinha.
·
Jogar futebol, queimado: quando se tem o amor pela inclusão,
as crianças são capazes de enxergarem
os pneus da cadeira de rodas como se fossem as pernas daquele amiguinho
incluindo aquele ele no meio do campo.
·
O volêi: colocando a rede mais baixa facilitando para aquele
aluno que estar em uma cadeira de rodas consiga passar a bola pela rede.
Então Thaisa, uma das alunas interrope a professora e pergunta:
- Tia, quer dizer que assim como nós podemos brincar uma criança com deficiência mesmo estando em uma cadeira é capaz de brincar com a gente?
- é isso ai, responde a professora com muita motivação por ter certeza que o seu desafio foi cumprido.
Cinthia uma professora dedicada e responsável, durante aquele ano teria a difícil missão de mostrar para os seus alunos a importância da inclusão, como receber e se comportar diante um aluno com deficiência, talvez e diante desses comentários feitos pelas próprias crianças ela irá ter que passar pelo desafio de apagar a imagem que um dia os seus pais haveriam construindo na cabeça dos seus filhos sobre “ o que é uma pessoa com deficiência” para construir outra imagem completamente diferente, mostrando para eles que para eles que não importa se a criança não anda, não fala, ou se precisam de uma cadeiras de rodas para ter a sua própria autonomia, elas são crianças assim como eles e tudo o que querem é ser incluido entre o amigos.
Diante da descobertas das redes sóciais sobre o site A vida De um Especial
com alguns relatos vindo da autora que inclusive é uma pessoa com Deficiência
vitima de uma PC – Paralisia Cerebral,
Cinthian teve a oporturnidade de despertar nas crianças muitas
curiosidades do mundo inclusivo como
·
A independência de uma pessoa com deficiência
·
A quadrilha inclusiva
Assim como nos professores, o baillet inclusivo foram um dos pontos que
mais depertaram curiosidades nas crianças, como uma pessoa com deficiência é
capaz de
dançar baillet? já que ela depende de suas proprias pernas. Então uma
derteminada aluna pode interroper a professora
e perguntou:
- tia, o baillet inclusivo? Como assim o bailet inclusivo? Se nem eu que ando
não sei dançar baillet, quem dirá uma cadeirante
- A Inclusão é
simplismente mágica, Responde Cynthian e continuando a sua explicação.
Não conheçemos o mundo da inclusão, talvez por preconceito, mais o mundo da inclusão é encantador, e diante dele uma pessoa com deficiência é capaz de fazermos coisas que jamais podemos imaginar, o Baillet por exemplo é um delas, vimos em uma bailarina a magia dos pés, já em um baillet inclusivo muitos vão por curiosidades e, por um segundo nós surpreendemos, pois vimos neles a magia que tem uma simples cadeira de rodas.
Cynthia
continua empolgada com a atenção dos alunos e segue a diante na sua explicação:
Muitas pessoas relatam que
quando um ser vem ao mundo com
deficiência, a população enxergam como motivo de “castigo” ou também dizem que
“devem está pagando algo que fizeram em outra vida” mais já eu, como autora e
uma pessoa com deficiência não vejo assim, até porque assim como todos uma
pessoa com dêficiencia, assim como todos vem ao mundo em um corpo de bebê e os
bebês são frágeis, inocentes não tem maldade no coração e desconhecem o mundo,
então, como eles irão pagar por algo que nem eles mesmo sabem?
Defendo a questão que quando uma pessoa com “Deficiência” vem ao mundo ela vem com uma missão, e uma linda missão, ensinar para as pessoas que nada é impossível. Sei que, ainda estamos no ano de 1996, e ainda moramos em uma cidade pequena como a cidade Felipe Guerra interior do RN, é raro ver uma pessoa com deficiência em nosso meio, mais nas cidades grandes, é mais comum, conquistando o seu espaço no meio da sociedade, e no futuro, talvez nos anos 2010 ou 2015, quando vocês atingirem a fase adultas, essas pessoas irão ser mais vistas, sejam em salas de universidades ou até mesmo em ambientes de trabalho, e vocês, crianças de hoje, não poderão se admirar, pois saberão que essas pessoas com deficiência tem o direito de viver suas próprias vidas assim como a gente. Então uma determinada aluna perguntou:
- Tia então tudo o que a minha mãe me ensinou sobre a deficiência esta errado?
Cinthia pôde se sentir um pouco confusa com a aquela pergunta, procurando
as palavras certas para responder, sem que desmanchasse o conceito que a sua mãe
havia formado em sua cabeça sobre as
pessoas com dêficiencia, e então respondeu:
- Não, não é
que o que a sua mãe ensinou sobre a deficiência esteja errado, é porque esse
conceito sobre “Deficiência” cada pessoa tem a sua opinião, atualmente essas
pessoas estão conquistando cada vez mais o seu espaço no mundo, assim como
todos, deixando de estudar em ONGS e passando a frequentar uma escola regular
como todos nós. Vocês querem saber mais sobre esse ballet inclusivo?
E assim todos
os alunos responderam
E cynthia
seguiu a sua explicação
Muitas pessoas enxergam o baillet inclusivo como coisa de outro mundo, ou talvez algo imaginário, mais sim, ele existe sim, assim como todos, uma pessoa com deficiência tem o poder de desenvolver o seu lado artístico, e isso é bom para a sua autoestima, pensado como forma de preconceito que as população em que vivemos tem com essas pessoas acredito que quando falamos em um espetáculo inclusivo, as pessoas com certeza têm a curiosidade de olhar apenas por pena, por acharem que em uma platéia de teatro durantes esses dias que acontecem esses espetáculos não irá dar ninguém, talvez só os familiares dos deficientes que estão se apresentando. Mais, pensou errado, quando chegam lá ao invés de chorarem de pena irão chorar de emoção ao verem de perto o que é que uma simples cadeiras de rodas é capaz de fazer. Tive a oportunidade de lê sobre o baillet inclusivo em um determinado site em que a autora é vitima de PC – Paralisia Cerebral esteve a oportunidade de participando pela segunda vez, e o texto é encantador. Finalizando a sua explicação Cynthian perguntou para a turma:
- E ai, diante
de tudo isso que foi falado hoje, aqui em sala de aula
- Tia, eu acho que essas pessoas são como a gente, e tem a plena condição de ter a sua vida normal assim como nós.- É isso ai
já estava quase finalizando o ano letivo só restavam apenas três meses
para as férias de final de ano, durante o período Cinthia já haveria falado
muito sobre as pessoas com deficiência e como as crianças haveriam
compreendido e passado a ter uma visão diferente e menos preconceituosa sobre
essas pessoas, uma visão completamente diferente do que algum dia os seus pais
ou até mesmo familiares haveriam construído sobre o que era as pessoas com
deficiência, chegou a hora de Cynthia falar sobre um temo mais importante a
“INCLUSÃO” e o principal motivo em que
ela estava sempre tocando no assunto durante o ano que seria a chegada da
Rebeca no ano seguinte, com certeza os alunos irão tirar de letra e diante
todos aqueles ensinamentos, as crianças iriam receber a nova aluna muito bem.
Então Cynthia pode iniciar a aula com a seguinte pergunta:
- Inclusão,
vocês já ouviram falar sobre o termo Inclusão crianças?
E todos
responderam
- Não tia, o
que é?
- A inclusão, é quando incluímos uma pessoa com deficiência em nosso meio, seja em nossas brincadeiras ou até mesmo em nossos grupo de amigos, vocês seriam capazes de incluir uma cadeirante em suas brincadeiras crianças?
- Tia sim. Responde Bianca, uma de suas alunas
E então Cynthia
perguntou:
- E porque
antes vocês não seriam capazes de incluir pessoas com deficiência nas
brincadeiras com vocês?
- Ah tia,
porque o que o nossos pais ensinaram para a gente eram que essas pessoas com deficiência
eram eternos bêbes, mais agora sabemos que não é, elas só tem uma forma
diferente de falar ou de andar, mais são crianças como nós.
Diante aquele comentário,
Cynthia pôde se sentir orgulhosa dela mesmo,
e já
estava na hora de contar sobre a chegada da nova aluna Rebeca, agora ela
poderia contar sem medo da reação das crianças por a nova aluna ser uma aluna
com deficiência, com certeza elas iriam receber direitinho e incluírem em todas
as brincadeiras, assim como ela haveria ensinado, e então seguiu com o seu
objetivo final, com uma pergunta para os alunos:
- Vocês sabiam
que no próximo ano em nossa sala irá chegar uma coleguinha cadeirante?
- E é tia? Qual
o nome dela?
- Rebeca, e
vocês tem que me prometerem que iram receber a colega de vocês muito bem, e
irão incluir em tudo. Responde Cynthia
- Sim tia, Responde todas as crianças.
Ah! Crianças...Crianças tem um olhar encantador, mesmo na época dos anos
1996 com a inclusão não sendo muito vista mais, não tem maldade no coração,
para elas, a chegada de um novo amiguinho
é sempre um motivo de festa, mesmo ouvindo sempre dos seus pais que
essas pessoas com deficiência são seres incapazes de desprezarem nem de fazerem
preconceito, gostam sempre de experimentar o novo, como por exemplo nova maneira
de reveintarem a brincadeira só para incluir aquele amiguinho com deficiência, e
mesmo ainda não conhecendo a nova coleguinha mais compreendia como era a nova
aluna que iria chegar no próximo ano letivo.
Thaisa, uma das alunas de Cinthia, apesar da idade, mais era uma criança
muito amadurecida enquanto Cinthia falava sobre Rebeca, a menina pode se
lembrar que também tem uma priminha que era cadeirante e na casa dos seus tios
eram tudo adaptado com portas largas banheiros acessíveis e os cômodos sem
batente, um dia haveria perguntado a sua mãe porque que a aquela casa era
diferente das demais, e então a sua mãe explicou que aquela seria uma casa
adaptada por causa de sua priminha que era cadeirante e isso ficava melhor da
sua prima se locomover pela casa.
Thaisa ao se recordar daquela conversa que teve com sua mãe, a menina pode
fazer uma pergunta que chamou atenção da professora:
- Tia, já que
essa aluna é cadeirante, como ela irá poder se movimentar dentro de nossa
escola?
- Como assim?
Perguntou a professora
E então a aluna seguiu a sua linha de raciocínio
·
Rampas
·
Ter portas largas facilitando o acesso de cadeiras de rodas
·
Banheiros acessíveis
· E mesas e balcões do nosso refeitório mais baixas
Cynthian se surpreendeu com aquela
observação daquela aluna, Taisa é uma criança encantadora e todas elas tem o
coração puro e sincero, Realmente, ela
estaria certa, se a escola pretende receber uma aluna com deficiência a equipe
pedagógica não só deve se preocupar com a recepção, mais sim principalmente com
a acessibilidadade para que o aluno possa se locomover dentro das dependências
da escola. E infelizmente já estava chegando ao final de mais um ano letivo e com certeza, a equipe
pedagógica ainda não tinha pensado nisso na adaptação da escola para receber
uma criança cadeirante.
A professora, achou tão interessante a observação daquela
aluna que pediu que levasse a ideia para tia Larissa a diretora da escola,
com certeza ela iria amar ouvir esses conselhos de uma aluna.
Thaisa, uma criança adorável que sempre interagia com Cynthia muito bem
quando ela falava sobre o receptivo assunto, a menina teria o corpo de criança,
mais por dentro era uma mini – adulta , mesmo ainda sem ter o entedimento ou
nem ter visto um alguém com deficiência mais já olhava essas pessoas com olhos
de amor e com o desejo de ajudar, e até mesmo de se colocar no lugar da sua
futura amiga cadeirante que ainda iria conhecer, capaz de se preocupar com o
seu bem – estar e com o seu trajeto dentro das dependências escolar. A
professora então, ao observar toda a maturidade daquela aluna perguntou:
- Thaisa, você
seria Capaz de levar a sua ideía para tia Larissa? ela com certeza iria adorar
- Claro tia.
Responde a aluna
Seguindo os conselhos da professora, e aproveitando que a Diretora
estava dentro das dependências da escola, professora Cinthia pode mandar logo a
sua aluna levar a sua ideia para Larissa, a diretora da escola,
realmente, Thaisa, mesmo pequena mais teria razão a equipe escolar estava
preocupados somente em saber como as crianças iriam receber a nova aluna que
teria deficiência, mais não se preocupou com o mais importante, a estrutura
escolar, o espaço onde a equipe pedagógica oferecia para receber aquela aluna, infelizmente não seria nada
adptado para uma cadeirante. Thaisa ao abrir a porta da sala da diretoria
perguntando:
- Tia Larissa,
posso falar com você?
- Bom dia
Thaizinha, é claro que pode, aconteceu alguma coisa?
Respode Larissa,
com outra pergunta
- Não, é porque
tia Cynthia falou que vai chegar uma nova aluna na minha sala é verdade?
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- É.. a tia
Cynthia falou muito sobre a deficiência e a importância da inclusão, que
algumas vezes precisamos reiventar as brincadeiras, só para incluir eles, e
hoje explicou que durante o ano todo a, maioria das vezes, ela tocava sobre
este assunto com um objetivo, que no ano que irá entra vamos receber uma
cadeirante em nossa sala de aula.
T$ttttt Thaisa então pode seguir a sua linha de raciocínio
- A escola só estava preocupada em como a gente irá receber a nossa nova amiga se iriamos excluir ou maltratá-la apenas porque ela teria alguma deficiência e estava em uma cadeira de rodas, mais vocês esqueceram do detalhe mais importante, a Estrutura da nossa escola. Tia, como é que essa nova coleguinha irá se locomover em uma cadeira de rodas dentro da nossa escola?
Larissa, olhou para a menina muito admirada, realmente aquela aluna teria toda razão, durante aquele ano a equipe só estava preocupados em como as crianças iriam receber Rebeca, se elas iriam maltratar ou excluir a menina do grupo, apenas por ser deficiente, mais pode esquecer do mais importante, A menina estaria em uma cadeira de rodas, como ela irá se locomover dentro das dependências da escola se não teria nada adaptado? o ano letivo já estava chegando ao fim, se realmente Larissa quisesse receber a menina no novo ano letivo precisaria agie rápido pois infelizmente a sua escola não era nada acessível. E com certeza viria uma baita de uma construção que a sua equipe iria enfrentar pela frente. Tendo em vista toda maturidade e aquela interação daquela aluna, Larrissa perguntou:
- Thaisa, você
terá alguma ideia que possa ajudar agente?
- Sim inclusive
já acabei de falar para tia Cynthia, a escola precisa de
·
Rampas
·
Ter portas largas facilitando o acesso de cadeiras de rodas
·
Banheiros acessives
· E mesas e balcões do nosso refeitório mais baixas
Ou seja tudo isso é essencial para uma escola que pretende receber uma
cadeirante, infelizmente se a escola não tiver locais acessíves, será
impossível o trajeto de uma cadeirante.
Diante de todas as observações vindo da pequena Thaisa, a diretora se surpreendeu afinal, aquela aluna era apenas uma criança, parecia mesmo que a pequena Thaisa conhecia perfeitamente o que seria
ü A inclusão
ü E o que seria um local
acessível
Thaisa mesmo ainda sem ter o conhecimento sobre a inclusão apenas só com a convivência com sua prima e pelas explicações de Cynthia durante todo ano letivo, foi capaz de compreender o que é uma pessoa com deficiência, e os desafios enfrentando por elas, principalmente de uma cadeirante que para andar precisa de um par de rodas que substitui suas pernas. Diferentemente de algumas crianças, assim quando soube da chegada de Rebeca, sua nova amiguinha de classe se preocupou logo com o seu bem – estar dentro da escola.
Então, se Larissa quisesse manter a sua palavra com Paula e aceitar Rebeca
em sua instituição, teria que agir logo, o final do ano já estava batendo na
porta e a escola teria um grande serviço pela frente. A reforma da escola
poderia ser longa, talvez, o serviço durasse até após o próximo ano letivo
começar pois teria que mexer com toda a sua estrutura da escola, mais era uma
reforma que valeria a pena, pois a Escola
seria a primeira instituição ao se tornar acessível da cidade de Felipe
Guerra –RN.
Assim como a equipe pedagógica haveria previsto, foram dois meses intensos
de reforma na escola dos sonhos, mais valeu a pena, a escola virou outra, foi
como se estivesse derrubado todo aquele prédio e construído outro, um mais
acessível preparado e todo adaptado para receber qualquer aluno com
deficiência.
O ano de 1997 finalmente começou , Paula logo após as festas de final de
ano foi novamente na Escola dos sonhos, diferentemente do ano passado mais,
desta vez, não foi com muita esperança já que no ano passado tinha ido e a
diretora teria mandado voltar no ano seguinte, mais quando chegou na
instituição teve uma grande supresa, a escola estava totalmente diferente e
acessível para receber Rebeca
Finalmente, Fevereiro de 1997, chegou,
mais uma nova etapa da vida da Rebeca estava iniciando, agora, assim
como toda criança ela irá ter a oportunidade de iniciar a sua vida escolar. Em
seu primeiro dia de aula, Paula estava mais ansiosa do que Rebeca, era uma
mistura de ansiedade e preocupação sempre imaginar
·
Será se a minha filha irá se adaptar?
·
Como será que os outros alunos irão recebe-la?
·
Será que ela irá ser desprezada?
·
Ah!! E se Rebequinha não se adaptar, for isolada, e se desconstruir
e ideia que plantei em sua mente sobre o que séria um ambiente escolar.
Mais chegando lá Paula
teve uma grande supressa, as crianças da turma de Rebeca já estava todas
reunidas ansiosas para conhecer a famosa Rebeca, que logo de cara a menina deu
e foi bem acolhida por todas as crianças da turma.
A equipe Escolar da escola dos sonhos, desenvolveu um belo trabalho no ano de 1996, assim como Larissa havia prometido a Paula. Cynthia a professora de Rebeca havia desenvolvido um belo trabalho no ano interior relatando para as crianças sobre a importância do incluir, e que não devemos julgar nem isolar ninguém só porque estão em uma cadeiras de rodas. Sim, ao contrario de vocês crianças que correm no parquinho da escola, uma criança cadeirante também é capaz de correr
- Mais como, sé
ela não tem o movimento das pernas?
Sim, não tem os
movimentos das pernas, mais tem o uso das mãos e dos braços e principalmente de
um par de pneus que se tornam os seus
pés, e podem correr e brincar assim como qualquer criança, afinal, um
cadeirante é uma criança comum, e pode ser uma criança cheia de energia e feliz
e pode ser incluído, em todas as brincadeiras. Basta os seus colegas usarem a
imaginação para reveintarem uma
brincadeira.
E foi assim que a professora Cynthia trabalhou durante todo o ano de 1996, substituindo o termo “adaptar a brincadeira” por “reveintar a brincadeira” e diante todo aquele o aprendizado que ela foi capaz de despertar nas crianças mostrando o outro lado da inclusão, uma visão completamente diferente do que os seus pais haviam ensinado sobre o que séria uma pessoa com deficiência, as crianças chegaram á conclusão que não importa que seu amigo esteja em uma cadeira de rodas, mais somos todos iguais, se uma brincadeira não der pra ela participar, nós reinventamos e se divertimos junto. E no primeiro dia de aula da Rebeca, o medo de Paula pode passar e ela pode deixa-la Rebeca na Escola mais aliviada, quando deu de cara com as crianças correndo ao encontro da filha, ansiosos para conhece-la.
Eu, Mirelli Luzia Silva Costa autora dessa página, apresentei para vocês
durante esse mês de março o meu terceiro projeto de cotação de história
"Conhecendo a Inclusão", é o primeiro voltado para o uso dos professores
em sala de aula. Quando tive a ideia de desenvolver o projeto, pensei logo em
uma linguagem facilitada e de fácil entendimento não só para os professores,
mais sim para os alunos, em um material bem ilustrativo visando sempre o
objetivo de que as imagens possa chamar atenção da criança voltada para
história e, antes mesmo que o professor possa dar continuidade a história a
criança já consiga imaginar o que irá acontecer em seguida.
Sabemos que uma pessoa, ou melhor,
uma criança com deficiência nos dias atuais, não são mais vistas pela sensação
de medo como as outras crianças como antigamente que tinham em relação a nós,
agora essas crianças com deficiência são enxergadas com mais naturalidade,
algumas delas, ainda sem nem conhecer aquele colega que possui deficiência, já
tem o prazer de ajudar, já se aproximam deles em busca de fazer amizade, ou até
mesmo de ajudar aquele coleguinha, porém, já existe alguns que já não pensam
assim, alguns ainda tem aquela sensação de medo daquele coleguinha, e como cada
vez mais essas pessoas com deficiência estão conquistando o seu lugar no mundo
e tendo acesso a escolas regulares, acredito que o dever enquanto educadores é
fazer com que o aluno seja incluído e jamais desprezados pelas outras crianças.
Pensando nessa possibilidade de que, infelizmente ainda existem crianças
que tem aquela sensação de medo ao verem uma criança com deficiência, escrevi a
história Conhecendo a inclusão na época dos anos 90, ainda quando as crianças
sentiam medo de se aproximar dessas pessoas que possui deficiência, abordando
alguns pontos da minha vida, com objetivo de repassar para as crianças que
aquele amiguinho de sala que possui deficiência ele pode ser capaz de tudo, ele
tem condições de ter uma vida normal
assim como eles a única diferença é que ele possui limitações, mais isso
não impendem a nada.

























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